Pedra da lua
Cacaso
Dia, mania
Tarde covarde
Noite, açoite
Minha mãe, calma e serena
Com seu sorriso inseguro
Toda vestida de branco
Hoje parece mentira
Hoje parece verdade
Menino, levante cedo
Menino, não chegue tarde
Dia, folia
Tarde covarde
Minha mãe no seu piano
Morrendo dentro da tarde
Com seu sorriso mais puro
Toda vestida de branco
Velando os meus passos
Velando os meus tropeços
Menino, não chegue tarde
Menino, não chegue tarde
Dia, mania
Eu nem quero pensar
Que um dia você possa ser
Minha pedra da lua
Minha paixão
Meu coração
Velando os meus passos
Velando os meus tropeços
Menino, não morra cedo
Menino, não chegue tarde
Dia, mania
Dia, mania
Tarde covarde
Noite, açoite
Minha mãe, calma e serena
Com seu sorriso inseguro
Toda vestida de branco
Hoje parece mentira
Hoje parece verdade
Menino, levante cedo
Menino, não chegue tarde
Dia, folia
Tarde covarde
Minha mãe no seu piano
Morrendo dentro da tarde
Com seu sorriso mais puro
Toda vestida de branco
Velando os meus passos
Velando os meus tropeços
Menino, não chegue tarde
Menino, não chegue tarde
Dia, mania
Eu nem quero pensar
Que um dia você possa ser
Minha pedra da lua
Minha paixão
Meu coração
Velando os meus passos
Velando os meus tropeços
Menino, não morra cedo
Menino, não chegue tarde
Dia, mania
Fonte: álbum Boca Livre (1979), da banda Boca Livre. Canção originalmente gravada em 1977. Cacaso é pseudônimo de Antônio Carlos de Brito (1944-1987).

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