24 janeiro 2007

À cidade da Bahia

Gregório de Matos

Triste Bahia! oh! quão dessemelhante
Estás e estou do nosso antigo estado!
Pobre te vejo a ti, tu a mim empenhado,
Rica te vi eu já, tu a mim abundante.

A ti trocou-te a máquina mercante,
Que em tua larga barra tem entrado,
A mim foi-me trocando e tem trocado
Tanto negócio e tanto negociante.

Deste em dar tanto açúcar excelente
Pelas drogas inúteis, que abelhuda
Simples aceitas do sagaz Brichote.

Oh! Se quisera Deus que, de repente
Um dia amanheceras tão sisuda
Que fora de algodão o teu capote!

Fonte: Spina, S. 1995. A poesia de Gregório de Matos. SP, Edusp.

7 Comentários:

Anonymous samara disse...

não gostei muito desse poema pois ele emuito forte ass.samara

18/5/11 08:07  
Anonymous Hyale disse...

Não gosto de poemas sátiricos ele explora muitas palavras vugar e na maioria das vezes Gregório de Matos aprensentava até pornografia a inténção dele era desmoralizar a igreja católica,depois que Gregório começou a explorar seus poemas sátiricos ele ficou sendo chamado de boca do inferno. Beijos!!!

19/5/11 14:35  
Anonymous Anônimo disse...

um poema que retrata a opinião pessoal de Gregorio de Matos. Contudo existem pessoas que não aceitam a retratação sincera de Gregorio de Matos.

21/5/12 12:40  
Anonymous Anônimo disse...

Nadynne bianchini rosa alves pereira cardoso silva carvalho rosa pinto

21/5/12 12:41  
Anonymous Anônimo disse...

matheus f lobo alves

21/5/12 12:47  
Anonymous Tavinho disse...

So de vee iso ja da um enjouu , q tenso .... ZzZz e tive q estudar isso pra fazer resumo

15/7/12 23:20  
Blogger como fazer ? disse...

eu não consegui entender esse poema aluem pode me explicar o que ele quer dizer com esse poema ?

20/9/15 10:34  

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