Assim como o jurista paranaense D. M. Dallagnol (nascido em 1980), o seu colega paulista A. L. A. Mendonça (nascido em 1972) tem dado mostras de que não bate bem da cabeça. Em minha opinião, os dois obviamente carecem de ajuda especializada. Urgentemente.
Na opinião de brasileiros menos condescendentes, porém, já teria passado da hora de os dois serem devidamente punidos por um extenso rol de crimes. Há quem argumente, por exemplo, que eles já deveriam ter ido conversar com o médico francês Joseph-Ignace Guillotin (1738-1814). Outros, no entanto, defendem a ideia de que ambos deveriam tão somente ser trancafiados ou, quem sabe, enviados a Marte.
De minha parte, sou de opinião que os dois ilustram uma terrível deficiência do estado brasileiro: pervertidos morais e fundamentalistas religiosos – sejam de direita, sejam de esquerda – não deveriam ser admitidos no serviço público. Uma vez admitidos, porém, jamais poderiam ocupar algum cargo de mando ou chefia.